“Green Grass”, Cibelle
Porque este vídeo me foi enviado por alguém muito especial,
E porque me deu a conhecer uma bonita canção…
Porque este vídeo me foi enviado por alguém muito especial,
E porque me deu a conhecer uma bonita canção…
««A verdadeira bravura num homem não se demonstra nos campos de batalha.
Não está nem na coragem de enfrentar animais ferozes, nem nos perigos que põem a sua vida em risco.
A verdadeira bravura está em sair de casa para beber com os amigos, não avisar a esposa de que não vai jantar,
chegar a casa de madrugada a cair de bêbado,
ser recebido por ela com uma vassoura na mão e ainda ter peito para lhe perguntar:- VAIS VARRER OU VAIS VOAR?»»
(Sem comentários…)
Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.
Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
=)
Apesar de eu já estar um pouco saturada da época que atravessamos e apesar de já não faltarem 12 dias para o Natal, este vídeo está Muito Bom….
Terminou hoje a exposição Violência não faz o meu género, realizada no âmbito da campanha Combate à violência contra as mulheres, incluindo a violência doméstica e patente no Auditório do edíficio novo da Assembleia da República, em Lisboa.
Como não me apetece dar a minha opinião sobre este vergonhoso tema, deixo apenas o vídeo que encontrei alusivo à referida exposição.
static.publico.clix.pt/docs/imagens/cartoonsviolenciagenero/index.html
Dentro de 30 dias, é dia de Natal!
Para muitos esta data seria de grande alegria: saber que o Natal se avizinha (prendas, rabanadas e luzinhas…e mais prendas, rabanadas e luzinhas…) cria a muitos um estado de espírito (a que chamam “estado de espírito natalício”) que se prolonga até fins de dezembro e faz com que muitos se sintam diferentes nestas alturas do mês de Novembro.
No entanto, tal não acontece comigo.
Confesso que desde alguns anos atrás fui deixando progressivamente de apreciar muito o Natal.
Ok! Gosto em parte! É bonito andar pelas ruas e ver as decorações de Natal e ouvir as (mesmas) canções (de sempre) de Natal.
Porém, pouco mais aprecio.
Numa época em que devia estar mais preocupada em saber o que vou oferecer aos que são para mim mais especiais, vejo me cada vez mais entediada com a correria Natalícia…
Passo a explicar em termos directos:
- irito me quando entro num shopping e vejo uma autêntica multidão atarefada nas compras de… NATAL!
- irrito me quando vejo um papá ou uma mãmã a perguntar ao seu filho qual o boneco que mais queria ter no…. NATAL!
- irrito me quando, a 30 dias do dia 25 de dezembro, me perguntam se já tenho a minha árvore de…NATAL!
- irrito me quando me vejo num dilema sobre o que hei de oferecer pelo… NATAL!
- irrito me quando leio que se engorda em média 3k no…NATAL!
(…)
Não pensem que esta minha opinião tão atípica sobre o Natal se deve a uma infância pouco feliz nesta altura.
Pelo contrário, o facto de saber que já não sou a menina que acreditava no Pai Natal, que gostava de brincar com o presépio, que fazia questão de preencher a casa com canções alusivas à época e que gostava de fazer (desenhar) postais de Natal para a família, faz me sentir cada vez mais inadaptada a esta época.
Sou cada vez mais apologista da frase: O Natal é para as crianças!
Como já não sou nenhuma criança, como não tenho crianças na família mais próxima e como vejo (infelizmente) a família a diminuir, sinto que o Natal pode ser verdadeiramente “uma seca”.
Admito que pode ser uma visão um pouco negra, mas não conisgo evitá - la…
Pelo menos há sempre o meu rico Bolo Rei (adoro!) que me vai deliciando e fazendo com que o Natal seja “o menos seca possível”…
E já sabem,
Dentro de 30 dias, é dia de Natal!…
Any place is better
Starting from zero got nothing to lose
Maybe we’ll make something
But me myself I got nothing to prove
You got a fast car
I got a plan to get us out of here
I’ve been working at the convenience store
Managed to save just a little bit of money
Won’t have to drive too far
Just cross the border and into the city
You and I can both get jobs
And fin’lly see what it means to be living
See my old man’s got a problem
He lives with the bottle that’s the way it is
He says his body’s too old for working
I say his body’s too young to look like his
My mama went off and left him
She wanted more from life than he could give
I said somebody’s got to take care of him
So I quit school and that’s what I did
You got a fast car
Is it fast enough so we can fly away
We gotta make a decision
We leave tonight or live and die this way
I remember when we were driving driving in your car
Speed so fast I felt like I was drunk
City lights lay out before us
And your arm felt nice wrapped round my shoulder
And I had a feeling that I belonged
And I had a feeling I could be someone, be someone, be someone
You got a fast car
We go cruising to entertain ourselves
You still ain’t got a job
And I work in the market as a checkout girl
I know things will get better
You’ll find work and I’ll get promoted
We’ll move out of the shelter
Buy a bigger house and live in the suburbs
So I remember when we were driving driving in your car
speed so fast I felt like I was drunk
City lights lay out before us
And your arm felt nice wrapped round my shoulder
And I had a feeling that I belonged
And I had a feeling I could be someone, be someone, be someone
You got a fast car
I got a job that pays all our bills
You stay out drinking late at the bar
See more of your friends than you do of your kids
I’d always hoped for better
Thought maybe together you and me’d find it
I got no plans I ain’t going nowhere
So take your fast car and keep on driving
So I remember when we were driving driving in your car
speed so fast I felt like I was drunk
City lights lay out before us
And your arm felt nice wrapped round my shoulder
And I had a feeling that I belonged
And I had a feeling I could be someone, be someone, be someone
You got a fast car
But is it fast enough so you can fly away
You gotta make a decision
You leave tonight or live and die this way
Apenas porque é uma canção de uma autora genial.
Apenas porque conta uma história de vida (felizmente nao semelhante à minha…)
Apenas porque é
uma das minhas canções favoritas…
(O Galego, apesar da proximidade linguística ao português, tem cá umas expressões bem engraçadas….)
;-P